Nossa intenção é a de Des(conjugar) os verbos ditados por uma minoria que domina e que paradoxalmente baliza a opinião do dominado.
Em uma sociedade padronizada por elementos referenciais (pseudos e nefastos) é comum que aqueles que valorizam a cultura, respeitam as diferenças e se exponham como contrapontos ao modelo dominador, sejam excluídos das rodas sociais, do bate papo gostoso dos finais de expediente, ou dos intervalos da jornada produtiva.
Pensar para quê? Você pensa muito e anda de metrô, de ônibus, de carro usado e popular. Aquele galã da novela, aquela bailarina sensual, aquele jogador famoso, aquele político corrupto, aquele músico de qualidade contestável não pensam e construíram um império.
Essa é a tônica de uma sociedade que valoriza as conquistas, sem questionamento e que só consegue avaliar o que de forma ilusória enxerga.
Nossa intenção é deixar nos domínios, amplamente mal utilizado, que há resistentes que pensam e se propõem a DESconjugar Verbos.
sábado, 1 de novembro de 2008
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