quinta-feira, 12 de maio de 2011
Os paradoxos da motivação
Estive em uma das minhas leituras regulares a periódicos, o contato com uma observação de um leitor, que é jornalista de Tapes no interior do estado, e que escreveu que: “O Japão reconstruiria o país inteiro antes de o Brasil terminar seus estádios para copa de 2014 e ainda com menor valor”. Muitas pessoas podem interpretar isto como um exagero de retórica, mas eu sinceramente e infelizmente concordo com isso. Nosso amado País, em determinadas situações, demonstra uma profunda falta de sensibilidade e serenidade para resolução de problemas, vide o descaso com setores da sociedade como os aposentados, a segurança pública, saúde e educação. No Brasil um político goza da prerrogativa da lei, trabalha muito pouco, ganha absurdamente e ainda se aposenta com a maior facilidade, enquanto o trabalhador normal pelas mesmas leis é condenado a trabalhar até a beira do túmulo e tudo isso diante dos olhos da inércia e alienação coletiva que parece estar mais preocupada com os “guerreiros do Bial” e sua extenuante batalha para manter-se na casa e faturar a grana e a popularidade espontânea. Sinceramente não compreendo o que motiva a grande parte da população brasileira a estagnar-se diante das maracutaias e desaforos que muitos homens públicos nos submetem e que por estarmos em sociedade, às vezes fazermos a nossa parte não basta, pois se o colega ao lado não se mobilizar e reivindicar mudanças, tudo continua inalterado. O Japão já foi detonado por uma guerra insana que além de ceifar muitas vidas de forma gradual abalou o psicológico da nação, mas a mesma em um exercício fantástico de auto-motivação, acabou dando a volta por cima e se tornando uma das potências mundiais mais importantes. Agora a catástrofe climática derrubou o País, mas que ninguém duvide da capacidade dos japoneses em reerguerem-se e enquanto isso, seguimos por aqui vendo todo tipo de falcatrua proliferar e o povo rumando para o abatedouro a passos largos e com um mugido de felicidade. Parece que a motivação coletiva por mudanças em prol de todos, não parece fazer parte de nosso cotidiano e às vezes me pergunto se a motivação pelo nosso time, pelos nossos pares amorosos ou pelos nossos programas de TV favoritos não deveriam nos contagiar por inteiro e assim como o povo japonês que se reconstrói das ruínas, não nos fizesse realizar um grande esforço e mudar o status quo vigente.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
A ARTE E A QUEBRA DO COTIDIANO
*Eloenes lima da Silva
Dezenas, centenas, milhares, transitam na metrópole, imbuídos de organizar o caos em que sobre (vivem). Preocupados que estão em resolver questões materiais, e em gozar mais e mais, buscam uma existência onde somente admitem-se padrões pré-estabelecidos de compreensão. Encontrando-se “extáticos” nas metrópoles, tornam-se dependentes de uma cultura pré-fabricada pronta e acabada, recheadas de estereótipos e, que na maioria das vezes já vem com manual de instruções. Dessa maneira a sensibilidade e os sentidos, principais ativadores da inspiração e da transpiração vão anulando-se cada vez mais.
Diante da estética (aqui entendida apenas como o modelo fabricado do belo), da matéria e do orgânico (apenas corpo pelo corpo) encurtam-se os espaços para todas as possibilidades do sentir. Nas sociedades industriais pós-modernas alguns sentidos aguçam-se e outros vão anulando-se: enquanto o “ver” (não confundir com o enxergar) tornou-se elemento imprescindível para uma cultura imagética, a capacidade de percepção e o senso critico vão aos poucos desaparecendo.
E o que arte tem a ver com isso? Quando se constrói uma arte que rompe barreiras causando um choque social e não raramente até espanto, promove-se uma ruptura, uma quebra no cotidiano, retira-se da inércia os sentidos anestesiados pela rotina do dia-a-dia e passa-se a perceber este mesmo cotidiano de outra forma. Sendo assim, a arte verdadeira, que se propõe ser uma arte de resistência nunca poderá ser “engolida” e massificada pela indústria cultural, se isto acontecer esta arte estaria perdendo sua função social. A capacidade de não possuir uma função específica na sociedade. E mesmo assim perturbá-la.
*Professor de História e Artista Plástico
*Eloenes lima da Silva
Dezenas, centenas, milhares, transitam na metrópole, imbuídos de organizar o caos em que sobre (vivem). Preocupados que estão em resolver questões materiais, e em gozar mais e mais, buscam uma existência onde somente admitem-se padrões pré-estabelecidos de compreensão. Encontrando-se “extáticos” nas metrópoles, tornam-se dependentes de uma cultura pré-fabricada pronta e acabada, recheadas de estereótipos e, que na maioria das vezes já vem com manual de instruções. Dessa maneira a sensibilidade e os sentidos, principais ativadores da inspiração e da transpiração vão anulando-se cada vez mais.
Diante da estética (aqui entendida apenas como o modelo fabricado do belo), da matéria e do orgânico (apenas corpo pelo corpo) encurtam-se os espaços para todas as possibilidades do sentir. Nas sociedades industriais pós-modernas alguns sentidos aguçam-se e outros vão anulando-se: enquanto o “ver” (não confundir com o enxergar) tornou-se elemento imprescindível para uma cultura imagética, a capacidade de percepção e o senso critico vão aos poucos desaparecendo.
E o que arte tem a ver com isso? Quando se constrói uma arte que rompe barreiras causando um choque social e não raramente até espanto, promove-se uma ruptura, uma quebra no cotidiano, retira-se da inércia os sentidos anestesiados pela rotina do dia-a-dia e passa-se a perceber este mesmo cotidiano de outra forma. Sendo assim, a arte verdadeira, que se propõe ser uma arte de resistência nunca poderá ser “engolida” e massificada pela indústria cultural, se isto acontecer esta arte estaria perdendo sua função social. A capacidade de não possuir uma função específica na sociedade. E mesmo assim perturbá-la.
*Professor de História e Artista Plástico
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Querido amigo! Deixo aqui o meu manifesto com o intuito de colaborar, compartilhando minha experiência particular para tentar alertá-lo antes que seja tarde demais, assim como foi para mim.
Iniciei a minha jornada sem volta, de maneira tênue e leve. Foram pequenas incursões por um mundo novo e fascinante que se desnudava diante dos meus olhos. Achava que era normal agir dessa forma para me enquadrar nas convenções sociais, afinal não somos ninguém sem a presença da “TURMA”.
Com o decorrer do tempo, comecei a apresentar lapsos temporais de memória, além de comportar-me de maneira “bipolar”, alterando momentos de profunda euforia com angústias exacerbadas estimuladas pela necessidade de consumir cada vez mais. Passei a relegar a um segundo plano os amigos que não me acompanhavam na nova odisséia. Para mim quem não comungava das minhas idéias estava por fora, era careta e adjetivos do gênero.
Passei a não prestar atenção às aulas que instigavam a reflexão, a excluir aqueles que pensavam e propunham mudanças, passei a me identificar apenas com os iguais, que mergulhavam no consumo desenfreado.
Abandonei os livros, na verdade troquei-os por doses cada vez maiores desse entorpecente letal.
Meu amigo eu me inseri de cabeça no mundo da “Alienação” é isso mesmo! ALIENAÇÃO.
A alienação fez com que eu me curvasse aos interesses burgueses e extramente mercantilistas.
Eu ignorava a capacidade de mobilização, vestia-me como a minha tribo, ouvia músicas sem lirismo e objetivo, fiz da Rede Globo e de suas novelas o meu altar de adoração, tornei-me um analfabeto funcional, absorvi o sonho de vida da classe média Norte Americana, fui seduzido pelo canto da sereia, desprezei o poder do voto, contribui para a profunda estagnação social e o que é pior tornei-me inimigo ferrenho daqueles que pensam virando-lhes à cara, passei a não lhes dar a chance da minha atenção e quiçá da minha amizade.
Hoje querido amigo! Faço parte de um Grupo “Zumbi” que vaga pelas ruas da cidade defendendo a bandeira do “Ter” e desprezando o “Ser”, valorizo e bato palmas aos que de forma capitalista venceram de acordo com um conjunto de idéias pré-concebidas e que sequer se aplicam à minha realidade.
Sou um A L I E N A D O. Um tipo hibrido que mesmo após a queda da ditadura, permite a ascensão de Governantes intolerantes e arrogantes como Ieda Crusius ao máximo cargo executivo do Estado. Sou o mesmo que elegi Fernando Color, Maluf e outros governantes do mesmo quilate, que propiciei aos poderes legislativos e judiciários a onipotência de fazerem o que querem sem prestar-me contas.
Sou o mesmo que fica com raiva de você, que coloca o dedo na ferida e me convida para pensar.
A minha luta é apenas pelo meu time, não pelas minhas idéias. VIVA A ALIENAÇÃO COLETIVA!!!!!!
Daniel da Luz Machado (Poeta e Cronista)
sábado, 1 de novembro de 2008
É preciso conter a padronização comportamental que assola nossa juventude
Uma das questões que vem me preocupando muito ultimamente, é a crescente padronização do comportamento de nossos jovens. Ao analisarmos os grupos sociais, podemos observar que fazendo o mau uso da informação globalizada, cada vez mais a juventude incorpora uma rotina quase que robótica de comportamento e, diga-se de passagem, um comportamento extremamente inócuo para o desenvolvimento da sociedade. Esse comportamento robotizado é percebido através da música, roupas, tecnologia e outros afins. A música de hoje infelizmente perde muito do lirismo e mais ainda da inteligência em suas letras que na maioria das vezes apresentam uma estrutura amplamente deficitária e toca tanto na periferia quanto nas altas rodas sociais habitadas pela burguesia. As roupas e calçados de grife que habitam os “closets” burgueses também são copiados e vendidos a preços módicos, porém altos para o padrão dos pobres, na periferia, nos centros urbanos através dos vendedores ambulantes. Tem muitos jovens que pedem lápis e cadernos nas escolas públicas, outros realizam pequenos delitos, outros constrangem seus Pais exigindo-lhes o sacrifício de comprarem o seu “Nike Coreano”, mas não deixam de se vestir na tendência ditadorizada para se sentirem parte do grupo. Mas uma das formas de padronização que me deixa mais intrigado, é a questão da “Internet”. Falta o Gás na residência das pessoas, mas o e-mail, MSN, Orkut e afins quase todos os jovens tem e obviamente que não utilizam de maneira profícua. Convém ressaltar, que a minha luta é por uma sociedade igualitária, e que em nenhum momento cometeria a insanidade de questionar a inclusão digital, pois estaria contradizendo os meus conceitos e a razão de expor democraticamente a minha linha de pensamento nesse fórum on-line. O meu questionamento se dá ao fato de que jovens de classes sociais diferentes irmanam a utilização dessas ferramentas formidáveis para o péssimo uso. Em qualquer casa onde se tenha um computador e uma internet disponibilizada, você poderá observar a voracidade com que o jovem se atira aos braços do famoso “MSN” onde inventa as suas próprias regras gramaticais, mesmo sem nenhum embasamento ortográfico e literário, para falar na maioria das vezes de assuntos irrelevantes ou o aproveitamento dos “pedagógicos joguinhos on-line do tipo a cada dez pessoas assassinadas um bônus” ou outras formas grotescas e absurdas de jogos similares ao “GTA”, propagando a violência. Como já não bastasse a real vivenciada no dia a dia e tão explicitada nos veículos de comunicação. As raras vezes que utilizam para fazer um trabalho escolar, geralmente tentam apenas copiar as suas pesquisas e configurar depois sem ao menos darem-se ao trabalho de ler. E por falar em leitura, infelizmente esse grande hábito, a sociedade não consegue padronizar. É lamentável a baixa per capita de livros da população brasileira, Eu que tenho bastante contanto com os jovens, não costumo vê-los com um livro nas mãos. A não ser que seja uma tarefa escolar geralmente cumprida de mau humor. E sendo assim proliferam os famosos “miguxos”“ ñ”, “vc” e uma série de novas criações ortográficas que algumas pessoas, inclusive cultas, tentam me convencer que é normal e que devemos nos adequar. Se todo o modernismo fosse essencial, ao invés de ler Kant, Rousseau, Maquiavel e outros grandes pensadores do passado, deveríamos buscar subsídios em alguma comunidade do Orkut profunda como: “Eu adoro dormir de pantufinha”, “Seu Madruga é colorado” ou “Eu quero uma bola quadrada”. Se continuarmos falhando na orientação de nossos jovens, ora por omissão ora por nossa incompetência, estaremos assinando em baixo a permissão para que esta estúpida padronização alienativa continue no seio de nossa juventude e por conseqüência O que eles poderão passar aos seus filhos? A reflexão urge e a estagnação de parte da nossa sociedade já não pode mais ser suportada e por isso devemos harmonicamente estudar alternativas e impor um revês a este status quo.
Daniel da Luz Machado (Poeta e Cronista)
Uma das questões que vem me preocupando muito ultimamente, é a crescente padronização do comportamento de nossos jovens. Ao analisarmos os grupos sociais, podemos observar que fazendo o mau uso da informação globalizada, cada vez mais a juventude incorpora uma rotina quase que robótica de comportamento e, diga-se de passagem, um comportamento extremamente inócuo para o desenvolvimento da sociedade. Esse comportamento robotizado é percebido através da música, roupas, tecnologia e outros afins. A música de hoje infelizmente perde muito do lirismo e mais ainda da inteligência em suas letras que na maioria das vezes apresentam uma estrutura amplamente deficitária e toca tanto na periferia quanto nas altas rodas sociais habitadas pela burguesia. As roupas e calçados de grife que habitam os “closets” burgueses também são copiados e vendidos a preços módicos, porém altos para o padrão dos pobres, na periferia, nos centros urbanos através dos vendedores ambulantes. Tem muitos jovens que pedem lápis e cadernos nas escolas públicas, outros realizam pequenos delitos, outros constrangem seus Pais exigindo-lhes o sacrifício de comprarem o seu “Nike Coreano”, mas não deixam de se vestir na tendência ditadorizada para se sentirem parte do grupo. Mas uma das formas de padronização que me deixa mais intrigado, é a questão da “Internet”. Falta o Gás na residência das pessoas, mas o e-mail, MSN, Orkut e afins quase todos os jovens tem e obviamente que não utilizam de maneira profícua. Convém ressaltar, que a minha luta é por uma sociedade igualitária, e que em nenhum momento cometeria a insanidade de questionar a inclusão digital, pois estaria contradizendo os meus conceitos e a razão de expor democraticamente a minha linha de pensamento nesse fórum on-line. O meu questionamento se dá ao fato de que jovens de classes sociais diferentes irmanam a utilização dessas ferramentas formidáveis para o péssimo uso. Em qualquer casa onde se tenha um computador e uma internet disponibilizada, você poderá observar a voracidade com que o jovem se atira aos braços do famoso “MSN” onde inventa as suas próprias regras gramaticais, mesmo sem nenhum embasamento ortográfico e literário, para falar na maioria das vezes de assuntos irrelevantes ou o aproveitamento dos “pedagógicos joguinhos on-line do tipo a cada dez pessoas assassinadas um bônus” ou outras formas grotescas e absurdas de jogos similares ao “GTA”, propagando a violência. Como já não bastasse a real vivenciada no dia a dia e tão explicitada nos veículos de comunicação. As raras vezes que utilizam para fazer um trabalho escolar, geralmente tentam apenas copiar as suas pesquisas e configurar depois sem ao menos darem-se ao trabalho de ler. E por falar em leitura, infelizmente esse grande hábito, a sociedade não consegue padronizar. É lamentável a baixa per capita de livros da população brasileira, Eu que tenho bastante contanto com os jovens, não costumo vê-los com um livro nas mãos. A não ser que seja uma tarefa escolar geralmente cumprida de mau humor. E sendo assim proliferam os famosos “miguxos”“ ñ”, “vc” e uma série de novas criações ortográficas que algumas pessoas, inclusive cultas, tentam me convencer que é normal e que devemos nos adequar. Se todo o modernismo fosse essencial, ao invés de ler Kant, Rousseau, Maquiavel e outros grandes pensadores do passado, deveríamos buscar subsídios em alguma comunidade do Orkut profunda como: “Eu adoro dormir de pantufinha”, “Seu Madruga é colorado” ou “Eu quero uma bola quadrada”. Se continuarmos falhando na orientação de nossos jovens, ora por omissão ora por nossa incompetência, estaremos assinando em baixo a permissão para que esta estúpida padronização alienativa continue no seio de nossa juventude e por conseqüência O que eles poderão passar aos seus filhos? A reflexão urge e a estagnação de parte da nossa sociedade já não pode mais ser suportada e por isso devemos harmonicamente estudar alternativas e impor um revês a este status quo.
Daniel da Luz Machado (Poeta e Cronista)
Meu nome é Daniel da Luz Machado, sou natural de Alvorada RS. Minha Formação Acadêmica é a de Bacharel em Administração de Empresas, curso que realizei e conclui no ano de 1995 na Faculdade de Ciências Contábeis e Administrativas São Judas Tadeu. Já iniciei os cursos de Pedagogia Multimeios e Informática Educativa e o de Bacharelado em Ciências Jurídicas e mesmo não os concluindo, pude acrescentar um pouco de sua riqueza teórica em meu cotidiano. Atualmente sou funcionário público do setor da educação, ator de teatro em Porto Alegre, Poeta e colaborador com o jornal “A Folha” de Alvorada, onde respondo pela coluna “Frente a Frente com a palavra” e em algumas edições pelo Editorial. Meu intuito de ser parte atuante desse Blog se dá ao fato de que considero a internet um dos fóruns adequados para a troca de informações e reflexões a respeito de diversos assuntos, entre os quais, os assuntos pertinentes a política, educação e cultura. Divido esse espaço on-line com meus amigos com o ensejo de democratizar as opiniões, bem como oportunizar a troca de idéias em um âmbito não personalizado, mas que ao mesmo tempo prima por união de afinidades no que tange a leitura do contexto social. Não falando pelos meus colegas, mas comungando com suas idéias, creio que a igualdade ampliada é uma das ferramentas indispensáveis para a transformação da sociedade e que já não comporta mais a perpetuação do consciente alienativo que insiste em devorar nossas entranhas, nos condenado a um processo de padronização absurda que tenta suprimir nossa capacidade criativa e relegar-nos a um eterno papel de coadjuvante no teatro da vida. Sejamos atuantes, vibrantes e utilizemos todas as ferramentas disponíveis para propagarmos as nossas idéias e provoquemos a reflexão daqueles que nos cercam. Sejam bem vindos ao: Desconjugando verbos.
Nossa intenção é a de Des(conjugar) os verbos ditados por uma minoria que domina e que paradoxalmente baliza a opinião do dominado.
Em uma sociedade padronizada por elementos referenciais (pseudos e nefastos) é comum que aqueles que valorizam a cultura, respeitam as diferenças e se exponham como contrapontos ao modelo dominador, sejam excluídos das rodas sociais, do bate papo gostoso dos finais de expediente, ou dos intervalos da jornada produtiva.
Pensar para quê? Você pensa muito e anda de metrô, de ônibus, de carro usado e popular. Aquele galã da novela, aquela bailarina sensual, aquele jogador famoso, aquele político corrupto, aquele músico de qualidade contestável não pensam e construíram um império.
Essa é a tônica de uma sociedade que valoriza as conquistas, sem questionamento e que só consegue avaliar o que de forma ilusória enxerga.
Nossa intenção é deixar nos domínios, amplamente mal utilizado, que há resistentes que pensam e se propõem a DESconjugar Verbos.
Em uma sociedade padronizada por elementos referenciais (pseudos e nefastos) é comum que aqueles que valorizam a cultura, respeitam as diferenças e se exponham como contrapontos ao modelo dominador, sejam excluídos das rodas sociais, do bate papo gostoso dos finais de expediente, ou dos intervalos da jornada produtiva.
Pensar para quê? Você pensa muito e anda de metrô, de ônibus, de carro usado e popular. Aquele galã da novela, aquela bailarina sensual, aquele jogador famoso, aquele político corrupto, aquele músico de qualidade contestável não pensam e construíram um império.
Essa é a tônica de uma sociedade que valoriza as conquistas, sem questionamento e que só consegue avaliar o que de forma ilusória enxerga.
Nossa intenção é deixar nos domínios, amplamente mal utilizado, que há resistentes que pensam e se propõem a DESconjugar Verbos.
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